6 países que não gostam de receber brasileiros mesmo com passaporte válido

6 países que não gostam de receber brasileiros mesmo com passaporte válido

Esses países podem não ter uma proibição oficial, mas as condições políticas, sociais e burocráticas tornam a visita extremamente difícil. Entre eles, destacam-se o Butão, a Somália, a Eritreia, a Coreia do Norte, o Paquistão e algumas ilhas isoladas no Pacífico. Cada um desses destinos apresenta desafios únicos que afastam os viajantes brasileiros.

Butão: turismo controlado

O Butão exige que brasileiros contratem pacotes turísticos com agências locais, geralmente caros e pagos antecipadamente. O visto é rigoroso e demorado, o que restringe o turismo a viajantes com maior poder aquisitivo e afasta mochileiros.

Somália: insegurança elevada

A Somália, considerada um dos países mais perigosos para turistas, enfrenta violência constante, sequestros e conflitos armados. Apesar de não haver proibição oficial de entrada, a recomendação internacional é evitar o destino, agravado pela falta de infraestrutura básica.

Eritreia: regime autoritário

Sob regime autoritário, Eritreia impõe um processo de visto lento e burocrático, além da dificuldade pela ausência de embaixada no Brasil. Esses obstáculos tornam a entrada de turistas brasileiros bastante limitada.

Coreia do Norte: controle absoluto

Na Coreia do Norte o turismo é rigidamente controlado, permitindo apenas excursões oficiais. Visitantes são acompanhados o tempo todo, têm liberdade restrita e podem sofrer punições severas por atos considerados inadequados, como fotos não autorizadas.

Paquistão: burocracia excessiva

Além do visto, o Paquistão exige documentos extras como carta-convite, tornando o processo burocrático e complicado. A ausência de consulados em várias regiões brasileiras aumenta a dificuldade, afastando interessados em visitar o país.

Ilhas isoladas: acesso difícil

O acesso das Ilhas Isoladas (Nauru e Kiribati) é dificultado pela escassez de voos e falta de infraestrutura turística. Além disso, a burocracia para emissão de vistos e a inexistência de embaixadas no Brasil tornam a viagem pouco viável.

Atlântico News / DA REDAÇÃO