PAI É PRESO NA BAHIA POR ESTUPRAR A FILHA E OBRIGA-LA A CONSUMIR MACONHA E COCAINA DURANTE OITO ANOS

PAI É PRESO NA BAHIA POR ESTUPRAR A FILHA E OBRIGA-LA A CONSUMIR MACONHA E COCAINA DURANTE OITO ANOS

A Polícia Civil da Bahia prendeu, na última quarta-feira (25), um homem de 45 anos acusado de um crime bárbaro que perdurou por quase uma década.

O suspeito, localizado na cidade de Camaçari, é investigado por estuprar a própria filha sistematicamente e forçá-la ao uso de entorpecentes para manter o controle sobre a vítima.

Oito anos de abusos e dopagem

As investigações, conduzidas pela Delegacia Territorial (DT) de Catu, revelaram um cenário de tortura que começou quando a vítima tinha apenas 5 anos de idade.

Os abusos sexuais ocorreram até os seus 13 anos, na residência onde viviam em Catu.

De acordo com a polícia, o pai utilizava métodos cruéis para subjugar a adolescente, hoje com 15 anos:

Uso compulsório de drogas: A menina era obrigada a consumir maconha e cocaína.

Manipulação e medo: As substâncias eram usadas para vulnerabilizar a vítima e garantir o silêncio sobre os crimes.

Histórico de violência doméstica e ameaças

O agressor possui um histórico extenso de violência contra a família. Em fevereiro de 2022, ele já havia sido detido por agredir física e psicologicamente a ex-companheira, mãe da adolescente, que na época estava no período pós-parto do segundo filho do casal.

Mesmo após as intervenções anteriores, a perseguição não cessou. Em agosto de 2024, a mulher voltou a procurar a polícia para denunciar novas ameaças de morte, solicitando medidas protetivas de urgência contra o suspeito.

Procedimentos Policiais.

A prisão foi efetuada por equipes da 18ª DT de Camaçari, em cumprimento ao mandado expedido pela comarca de Catu.

Após a captura, o homem foi encaminhado à Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), em Salvador.

O suspeito passou por exames de lesões corporais e permanece custodiado à disposição da Justiça, onde responderá pelos crimes de estupro de vulnerável, corrupção de menores e ameaça.

Fonte: Lajedão news

Atlântico News / REDAÇÃO