Polícia Federal investiga a REAG investimentos por lavagem de dinheiro do PCC e indícios de ligação a família de ministro do STF.

Alvo da Polícia Federal, REAG tem queda de 15% nas ações após megaoperação contra o PCC
Fundada em 2013, a empresa é uma das maiores gestoras independentes do Brasil, administrando R$ 299 bilhões. Foi a primeira gestora de patrimônio listada na bolsa brasileira.
Um escândalo financeiro com contornos políticos explode no estado de São Paulo. A Polícia Federal investiga a REAG Investimentos por lavagem de dinheiro para o PCC no mercado de combustíveis. As pistas levam a um nome poderoso, o Banco Master.
Segundo apuração, o banco seria usado pela facção do PCC para lavagem de dinheiro. Há indícios de que houve vazamento da operação. Dos 14 mandados de prisão, 8 alvos fugiram antes da chegada da PF ao local. Ao cumprirem os mandados, os policiais encontraram os escritórios vazios.
De acordo com as investigações, o banco contratou o escritório de advocacia da esposa de um dos ministros do STF para fazer sua defesa, o mesmo escritório onde também trabalham dois filhos do suposto ministro. A contratação levanta suspeitas sobre um possível conflito de interesses, questionando o que está por trás das conexões envolvendo o crime organizado, o sistema financeiro e figuras ligadas ao STF.
Fonte: G1 / UOL Notícias
