Foragidos de operação contra PCC entram na lista da Interpol

Foragidos de operação contra PCC entram na lista da Interpol

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A Interpol incluiu na difusão vermelha oito suspeitos foragidos de uma megaoperação deflagrada na quinta-feira contra o PCC.

O que aconteceu
Medida permite que foragidos sejam localizados pelas polícias dos 196 países que integram a Interpol. Com a inclusão na lista, os suspeitos passam a ser considerados foragidos internacionais. A difusão vermelha é um banco de dados com nome, foto, nacionalidade, descrição das características físicas e crimes aos quais o foragido responde na Justiça.

Nomes foram encaminhados à Interpol pela Polícia Federal brasileira. A relação de foragidos inclui figura como Mohamed Hussein Mourad, o “Primo”, apontado como epicentro do esquema criminoso, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, que também teria papel central nas fraudes.

Veja abaixo a lista de foragidos:

  1. Mohamad Hussein Mourad, conhecido como “João”, “Primo” ou “Jumbo”, é apontado como “epicentro” do esquema. Ele foi preso em flagrante em 2010 por tentativa de subornar policiais civis. Na ocasião, foram encontradas com ele munições de metralhadora .50
  2. Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, considerado “colíder” do esquema;
  3. Daniel Dias Lopes, considerado “pessoa chave” no esquema por ter ligação com distribuidoras de combustíveis do Mohamad
  4. Miriam Favero Lopes, esposa de Daniel e sócia de empresas ligadas às fraudes;
  5. Felipe Renan Jacobs, empresário do setor de combustíveis;
  6. Renato Renard Gineste, empresário do setor de combustíveis;
  7. Rodrigo Renard Gineste, dono de varejista de roupas;
  8. Celso Leite Soares, dono de empresa que cultiva cana-de-açúcar, no interior de São Paulo

Promotores do MP-SP suspeitam que a operação tenha sido vazado para os alvos. Os investigados abandonaram suas casas ainda de madrugada, antes de a polícia chegar. Por outro lado, o vazamento não atingiu os endereços mais importantes da investigação, como a sede do BK Bank.

Ao todo, a Justiça Federal expediu 14 mandados de prisão preventiva na operação. Apenas seis suspeitos foram presos na quinta.

Batizada de “Carbono Oculto”, a operação é considerada a maior da história feita contra o crime Rodrigo Renard Gineste, dono de varejista de roupas;
Celso Leite Soares, dono de empresa que cultiva cana-de-açúcar, no interior de São Paulo
Promotores do MP-SP suspeitam que a operação tenha sido vazado para os alvos. Os investigados abandonaram suas casas ainda de madrugada, antes de a polícia chegar. Por outro lado, o vazamento não atingiu os endereços mais importantes da investigação, como a sede do BK Bank.

Ao todo, a Justiça Federal expediu 14 mandados de prisão preventiva na operação. Apenas seis suspeitos foram presos na quinta.

Batizada de “Carbono Oculto”, a operação é considerada a maior da história feita contra o crime organizado no país. Ao todo, uma força-tarefa composta por 1.400 agentes da Polícia Federal, da Receita Federal e do MP-SP (Ministério Público de São Paulo) cumpriu 200 mandados de busca e apreensão contra 350 alvos em dez Estados do País.

A megaoperação investiga um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis, comandado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). As investigações apontam sonegações de até R$ 7,6 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais A Receita Federal afirma que algumas empresas envolvidas no esquema movimentaram R$ 52 bilhões para o PCC.

fonte: UOL Notícias.

Atlântico News / DA REDAÇÃO

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