Mucuri: Testemunha em processo que pode cassar mandato do prefeito Robertinho, teme pela vida, após sofrer ameaças!

Mucuri: Testemunha em processo que pode cassar mandato do prefeito Robertinho, teme pela vida, após sofrer ameaças!

Novos desdobramentos da Ação Judicial na Justiça Eleitoral que pode cassar o mandato do prefeito de Mucuri-BA, o Sr Roberto Carlos Figueiredo Costa “Robertinho” -, envolve entre outras coisas, coação e ameaça as testemunhas.

A ação Impugnação de Mandato Eletivo (AIME), que tramita na Zona Eleitoral de Mucuri/BA, movida pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) contra o prefeito Robertinho, aponta para o cometimento de diversos crimes no decorrer do processo eleitoral. 

Um dos supostos crimes eleitorais cometidos pelo prefeito de Mucuri, segundo os autos do processo, e os relatos de algumas testemunhas, é de que o gestor municipal, teria empregado na prefeitura no regime de “contrato temporário”  diversas pessoas ligadas a sua campanha, com a promessa de que em caso de vitória nas eleições municipais de 2024, os mesmo permaneceriam nos seus respectivos cargos, assim que iniciado, o novo mandato.

Contrapartida dos contratados! 

Em contra partida, os mesmos deveriam participar ativamente de todos os “arrastões” e atos políticos de campanha, sob o risco de serem exonerados, caso não o fizessem.

DESEMPREGO E AMEAÇA AS TESTEMUNHAS!

Segundo nossas fontes, o grupo político ligado ao prefeito, por meio de servidores públicos, após a supracitada ação  judicial, teriam iniciado uma ação intimidatória e criminosa contras as testemunhas. Tal prática pode caracterizar crime análogo a organização criminosa, dado a complexidade de atuação de cada envolvido citados nos fatos.

Ministério Público Estadual MPBA

Um dos citados no Procedimento Investigatório, é o servidor público Jeriel Veiga, que segundo as informações estaria atuando como agente de intimidação, junto as testemunhas, com o objetivo de compelir as mesmas a não comparecerem as audiências, e prestarem depoimento contra o prefeito Roberto Carlos Figueiredo Costa.

Caso comprovado os fatos, após a investigação do Ministério Público, o Promotor de Justiça responsável pelo caso, deve abrir representação contra os envolvidos pelos crimes de COAÇÃO NO CURSO DO PROCESSO, com base no art 344 do Código Penal.

Novas denúncias e uso de Caixa II

Nossas fontes relataram, que é possível que novos fatos sejam adicionados a ação que tramita na justiça eleitoral, uma vez que atribui-se ao prefeito Robertinho, não apenas o cometimento de supostos crimes eleitorais por abuso de poder político e econômico, além de coação e intimidação por meio de terceiros no curso do processo.

DA REDAÇÃO

Atlântico News / REDAÇÃO